Ah! Se pudéssemos nos alegrar em Deus. Sempre e sempre. Sermos amáveis e conhecidos por isso. E vivermos tranquilos, livres da ansiedade do ter e do produzir loucamente e dos resultados. Se nossos desejos fossem entregues a Deus e não mais nos dominassem. Então seríamos inundados pela paz! Incompreensível paz, nascida em Jesus e derramada graciosamente sobre nós. Então estaríamos livres para ocupar nosso pensamento tão somente com a verdade e não mais com dissimulações e enganos (auto-enganos). Nos ocuparíamos com aquilo que é puro, amável, nobre e digno de louvor. Se tão somente nos livrassemos da ansiedade, tudo isso poderia brotar em nós.
(Baseado em Filipenses 4:4-8)
Veja também:
O tempo
A ansiedade das coisas
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4 comentários:
É Tuco, é legítimo esse desejo. Como eu queria estar livre disso. Às vezes até tento, mas aí vem o chefe a esposa, o vizinho e tanta gente pra nos tirar a paz. É uma luta contra o mundo mesmo. Valeu mano. Um abraço.
Pior. Quanto mais a gente tenta, mais difícil é. Mas tenho esperança de receber esta graça...
Tuco, tou começando a acompanhar agora, e fico muito feliz em ter reflexões como essas pra me chamar também à reflexão.
Acho que não nos conhecemos, mas temos conhecidos em comum, em Blumenau, pelo menos.
Quanto a essa paz, a espero perfeitamente na glória, depois desse tempo de tribulações, como foi colocado pelo Cristo.
Que o Senhor nos ensine e sustente a viver sabiamente, atentando sim para o fruto do nosso trabalho, mas com os olhos voltados para a esperança final, que deve determinar toda e qualquer ação ou Palavra nossa aqui.
Legal Rafael. Bem vindo. Fiquei curioso pra saber quem é nosso amigo em comum.
Comente sempre que quiser. É legal ter alguém aqui de perto pra trocar idéias.
Abração.
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